quinta-feira, 24 de maio de 2012

A respeito da temporalidade das coisas,

Deixe que passe, não se apegue.

Deixe que seja, não se feche.

Deixe que vá,que importa?

A respeito da enternidade  ...deixe que exista,

Ora até quando haverá vida?

Até lá,

Viva como um dia como mendigo, mesmo sendo rico, nunca perca a simplicidade.

Saiba aproveitar os momentos, por menores e estúpidos que sejam,

E por fim, terás o fim de uma estrela: simplesmente uma supernova.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011





Quantas pessoas morrem sozinhas por medo de morrer de amor?

Quantas vidas vazias se pode viver?

De quanto medo é feito o impossível?

E, quem vai dizer que "não dá"?

"Não dá"!

Um tempo só, dois anos ou mais, uma vida inteira...

Quanto tempo a gente leva para ver, que, não se vive bem sem ninguém?

Qual o limite de tempo para gente se arrepender?

Até quando se pode voltar atrás?

Quando se chega ao tarde demais?

Nada, nunca é demais...
Vazio não ocupa espaço, ao contrario, tira do que ou de quem poderia ocupar.

Even when we die alone for fear of dying from love?






Ao Galego, com Carinho. ;*

domingo, 5 de dezembro de 2010


Eles dizem: Não há ferida que o tempo não cure!
Estou parada no mesmo lugar, onde você me deixou,
Olhando para o nada que restou de nós.
Eles dizem: Não há sentimento maior que o amor!
Então, todas as canções de amor são escritas como hinos de fracassados
Todos os poemas de amor foram feitos sobre mesas de bares
E todos os corações de amantes são cacos de vidro despedaçados
Tudo corta, tudo parte, nós dois, um terço, eu agora.. E agora?
Estou parada no mesmo lugar onde meu coração ficou
Eles insistem em dizer: Nada é para sempre!
A canção grita, ‘o para sempre, sempre acaba’
Todas as luas cheias me deixam vazia
E os sorvetes de morango não derretem mais
E todo coração que já amou é um órgão condenado
Todo amor é uma bomba relógio
E eles continuam a dizer as mesma coisas: O amor é o que há!
Enquanto, isso correm carros, as luzes cegam,
Ainda estou aqui, olhando para o que já não entendo.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Vou jogar-me,
 Jogar-me em teus braços!
 Pois, quero morrer,
 Morrer de amor!  
E não quero nunca mais viver, viver assim,
Sem você.

Poema para viver mais


É tão lindo vê você sorrindo;
É tão estranho o modo como isso me faz rir;
É tão triste imaginar você sofrendo;
E faz tanto medo o modo como isso dói em mim;
É tão engraçado o modo como você fala;
E é tão ruim não te ouvir falar;
É tão grande a distancia que nos separa;
Mas é tão fantástico te tocar de longe;
É tão recíproco as explosões que acontecem entre nós;
Até poderia jurar, que, te conheço de outras vidas.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Amnésia



Estou parada aonde você me deixou;
Por que não vês me buscar?
É noite fria, na rua ninguém mais além de mim há, onde está?
Acaso não vês me buscar?
Amanheceu, um sol triste e desmotivado, onde estou?
Para onde ia?